
Raio atinge montanhista do Paraná em trilha no Equador; ele segue internado
Curitibano sofreu queimaduras e lesões nos tímpanos durante a subida de um vulcão.
Um montanhista de Curitiba, de 32 anos, foi atingido por um raio durante uma trilha até o vulcão El Corazón, no Equador, em 13 de outubro de 2026. Ele recebeu os primeiros cuidados no país e segue internado na capital paranaense para tratar os ferimentos.
O homem relatou à RPC que o céu estava limpo no começo da caminhada, mas uma neblina surgiu perto do fim do percurso. Segundo o Corpo de Bombeiros do Equador, outras duas pessoas do grupo também foram atingidas e ficaram feridas.
Onde o raio atingiu o montanhista
O raio atingiu o curitibano quando o grupo chegou à parte mais alta da trilha. De acordo com o relato dele, a descarga entrou pela cabeça e percorreu seu corpo até o pé. A bota ficou parcialmente destruída, assim como o celular que ele levava.
O El Corazón é um vulcão extinto na Cordilheira dos Andes, a cerca de 62 quilômetros de Quito. Seu cume tem quase 5 mil metros de altitude, segundo o g1. Aproximadamente 20 pessoas participavam da caminhada.
Que ferimentos o raio causou
O montanhista teve queimaduras de segundo grau no tórax e nas pernas, além de lesões de terceiro grau nos pés. Os tímpanos também foram perfurados, conforme informou o g1.
Dados sobre o acidente no vulcão El Corazón
- cerca de 20 pessoasParticipantes da trilha
- 2º grauQueimaduras no tórax e pernas
- 3º grauQueimaduras nos pés
Ele preferiu não ter a identidade divulgada. Em entrevista à RPC, contou como foi atingido e descreveu parte do trajeto até receber atendimento.
Como foi o resgate
A equipe que acompanhava os participantes pediu socorro após a descarga elétrica. O curitibano contou que foi levado a cavalo por um trecho do caminho até chegar ao local onde uma ambulância o aguardava.
Depois do atendimento inicial em um hospital particular no Equador, ele voltou ao Brasil. O tratamento prossegue no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, em Curitiba.
Qual é o estado de saúde do montanhista
Segundo a equipe médica, o paciente está estável, consciente e consegue conversar. A previsão de internação é de três a quatro semanas, mas depende de como o quadro clínico evoluir.
Foto de capa: Luis Dantas/Wikimedia Commons (Public domain)
