
Raio atinge curitibano durante subida de vulcão no Equador
Montanhista de 32 anos sobreviveu à descarga elétrica; outras duas pessoas ficaram feridas, segundo os bombeiros equatorianos.
Um montanhista de Curitiba sobreviveu após ser atingido na cabeça por um raio durante a subida ao vulcão extinto El Corazón, no Equador, em 13 de outubro de 2026. Ele tem 32 anos e participava de uma trilha em grupo na Cordilheira dos Andes.
Segundo relato do curitibano à RPC, o céu estava limpo no começo do percurso, mas uma neblina surgiu perto do fim da subida. Ele foi atingido ao chegar ao ponto mais alto da montanha. O homem preferiu não ser identificado.
Onde o raio atingiu o montanhista?
O raio atingiu a cabeça do curitibano no alto do El Corazón, vulcão localizado a 62 quilômetros de Quito, segundo o g1. O grupo, formado por cerca de 20 pessoas, percorria a trilha que leva ao pico quando ocorreu a descarga elétrica.
Dados sobre o montanhista, o grupo e o local da trilha
- 32 anosIdade do montanhista
- cerca de 20 pessoasGrupo na trilha
- 62 quilômetrosDistância de Quito
Como estava o tempo antes da descarga?
O tempo mudou perto do fim da trilha, quando a neblina apareceu, de acordo com o relato do montanhista à RPC. Ele contou que não havia percebido descargas elétricas antes de ser atingido. O grupo havia parado para trocar de roupa e vestir jaquetas impermeáveis antes de continuar a subida.
O que aconteceu com os outros integrantes do grupo?
Outras duas pessoas foram atingidas e tiveram ferimentos, segundo o Corpo de Bombeiros do Equador. A fonte não informa a gravidade desses ferimentos nem descreve o atendimento recebido por elas.
No caso do curitibano, a descarga passou pelo corpo até o pé. A bota que ele usava ficou parcialmente destruída, assim como o celular que carregava durante a trilha.
Como foi o resgate?
A equipe que acompanhava o curitibano pediu socorro por rádio logo após o incidente. Integrantes do grupo o ajudaram a descer: ele caminhou parte do trajeto com apoio e percorreu outro trecho a cavalo, conforme contou à RPC.
Ao chegar ao ponto de atendimento, encontrou uma ambulância à espera. Depois, foi levado a um hospital particular no Equador. O material disponível não informa por quanto tempo ele permaneceu internado.
Foto de capa: Asamblea Nacional del Ecuador/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)
