Quase metade dos brasileiros já mentiu sobre estar desempregado, afirma pesquisa

 Quase metade dos brasileiros já mentiu sobre estar desempregado, afirma pesquisa

Cerca 49% dos entrevistados disseram que estar sem trabalho é uma desvantagem na hora de buscar uma oportunidade 

Das assessorias

Um levantamento do LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo, mostra que 45% dos brasileiros já esconderam o fato de estarem sem trabalho para alguma pessoa próxima. Deste total, 55% dizem que mentiram por vergonha e 27% por acreditarem que isso diminuiria as suas chances de conseguir um novo emprego. Apesar deste cenário, 7 em cada 10 concordam que, como consequência dos desafios que a pandemia trouxe para o mercado de trabalho, há menos estigma negativo associado ao desemprego atualmente. 

O estudo, realizado com 2.000 profissionais desempregados no Brasil entre outubro e novembro de 2020, mostra ainda que 49% se sentem em desvantagem em relação a outros candidatos na hora de aplicarem para uma vaga. 

“Temos uma forte cultura no Brasil em que o desemprego é, muitas vezes, considerado como uma consequência do desempenho do profissional e não devido à falta de oportunidades do mercado. Por isso, muitos tendem a esconder este fato com receio de não conseguirem se recolocar. O levantamento nos surpreendeu e mostrou a necessidade de mudar este viés inconsciente tanto do ponto de vista do profissional, quanto das empresas. Em outros países, como França e Reino Unido, não ter um trabalho fixo é encarado com mais naturalidade”, afirma Ana Claudia Plihal, Executiva de Soluções de Talentos para o LinkedIn. 

Quando perguntados sobre sua situação atual de busca de emprego, 36% dos entrevistados afirmam estarem estressados e preocupados por não encontrar algo novo, 30% estão confusos por não terem retorno das empresas e 17% dizem se sentirem derrotados por terem sido rejeitados nestes processos. Além disso, quase metade (48%) do total já deixou de se candidatar em até 5 oportunidades de emprego que desejavam porque sentiram que não tinham as habilidades necessárias. 

Durante este período de desemprego, 41% afirmaram terem feito cursos gratuitos para aumentarem seus conhecimentos, 38% disseram estar trabalhando informalmente e 29% passaram a um formato de freelancer ou emprego temporário como alternativa de renda. 

Maratona de lives 

Com o objetivo de auxiliar e inspirar profissionais e proprietários de pequenas e médias empresas a navegar na nova realidade trabalhista no pós-crise, o LinkedIn está promovendo uma maratona de lives com Top Voices e especialistas da área.

As lives contarão com o anfitrião, Cristiano Santos, LinkedIn Top Voice, consultor de mídias sociais e marketing digital, para apresentar os temas da campanha. A primeira transmissão ao vivo será realizada com Tais Targa, LinkedIn Top Voice, especialista em Carreira e Recolocação, autora do livro Você de Emprego Novo, junto com Ana Minuto, CEO da Minuto Consultoria Empresarial e Carreira, para falar sobre como o LinkedIn pode ajudar seus usuários a encontrarem novas oportunidades de emprego no dia 18/05, às 16h (acesse aqui). 

Já a segunda live, também apresentada por Cristiano, discutirá como o LinkedIn pode ajudar PMEs (acesse aqui)A sessão contará com a presença de Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e presidente do Instituto RME, e Fabrício Oliveira, professor, pesquisador e empreendedor, ambos LinkedIn Top Voices,  no dia 25/05, às 16h. 

Após as lives, a campanha #LinkedInTeApoia também vai lançar um eBook gratuito com ferramentas, dicas e as recomendações dadas pelos especialistas nos eventos online.

Metodologia do estudo 

O estudo foi realizado com 2.012 brasileiros que ficaram desempregados antes ou como consequência da pandemia de covid-19, pelo Censuswide, entre 28 de outubro e 5 de novembro de 2020. 

Informações e imagens: Divulgação/Linkedin

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