Provas do PSS 3 da UEPG foram aplicadas em 19 cidades; veja gabarito

 Provas do PSS 3 da UEPG foram aplicadas em 19 cidades; veja gabarito

Os inscritos foram distribuídos em 33 locais de prova e disputaram 494 vagas em 39 cursos; as provas seguiram o rígido protocolo de biossegurança

Das assessorias

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) realizou neste domingo (16)  as provas do Processo Seletivo Seriado (PSS), para alunos do 3º ano do Ensino Médio. Os candidatos disputaram 494 vagas em 39 cursos. As provas seguiram o rígido Protocolo de Biossegurança, elaborado pela Coordenadoria Permanente de Seleção (CPS/UEPG) e aprovado pela Secretaria Estadual de Saúde.

Os inscritos foram distribuídos em 33 locais de prova, nas cidades de Apucarana, Cascavel, Castro, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Irati, Jacarezinho, Jaguariaíva, Londrina, Maringá, Palmeira, Ponta Grossa, Rio Negro, São Mateus do Sul, Telêmaco Borba, Umuarama e União da Vitória.

A candidata Ana Flávia de Souza escolheu o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas para concorrer. “Estou mais tranquila do que nos outros anos. No PSS III, eu relaxei mais, por conta da pandemia e por estar trabalhando, mas no primeiro e no segundo eu estudei mais, mas também estava mais nervosa”, relata. A comparação com os dois primeiros anos do PSS também não foge ao olhar de Beatriz Scheidt, que está concorrendo para o curso de Zootecnia. Segundo ela, no primeiro ano, os locais estavam bem movimentados e as provas mais fáceis. “Estou bem ansiosa, me preparei bastante e estou confiante que vou passar”, destaca. 

No Campus Central da UEPG também aconteceram as provas para pessoas com deficiência. Seis candidatos que solicitaram o atendimento especial tiveram a aferição de temperatura na entrada e foram acompanhados pelo professor até o local da prova. Os candidatos realizaram o PSS cada um em um sala, com 50% de tempo a mais para realização da prova – até 19h45. Flávia Alessandra Novaski chegou com no Campus Central com o pai. O Bloco D possui rampas, o que permitiu que ela pudesse subir sozinha de cadeira de rodas. Segundo Flávia, a recepção para cadeirantes no dia do Vestibular 2020, o qual também realizou, estava boa. “Fui estudando todo o conteúdo programático do ano, sempre me esforçando com atividades”, conta Flavia, que escolheu se candidatar para o curso de Direito.

A fiscal Susana Maria Meyer recebeu os alunos do atendimento especial na entrada do Bloco D. Segundo ela, as recomendações seguiram como ocorreu no Vestibular. “Fizemos uma reunião pelo Google Meet, onde foi instruído como deveríamos trabalhar,  quanto aos alunos que seriam atendidos, como passar álcool gel e aferir a temperatura”. Trabalhar seguindo os protocolos deu segurança para Susana. “A gente fez o teste para Covid dois dias antes de vir trabalhar e aqui tem álcool em gel, assim me sinto segura”.

Por norma, os fiscais do atendimento especial pedem os telefones dos responsáveis para avisá-los quando o candidato termina a prova.  Sobre a separação de um local específico para este atendimento, a mãe da candidata Tayane Miranda, Maria José Miranda, ressalta que “é muito importante, porque eles ficam nervosos”. Os candidatos podem ir mais ao banheiro, tomar remédios e contam com ajuda de enfermeiros, caso necessário. O professor também lê a prova para o candidato, se solicitado. “Para mim, que tenho duas filhas com Transtorno de Déficit de atenção com Hiperatividade (TDAH), é muito importante, pois é necessário e ajuda a diminuir o nervosismo”.

O gabarito das provas realizadas neste domingo pode ser conferido aqui.

Informações e imagens: Divulgação/UEPG

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