Prefeitura flexibiliza restrições e comércio poderá abrir as portas na próxima segunda (29)

 Prefeitura flexibiliza restrições e comércio poderá abrir as portas na próxima segunda (29)

O novo decreto com as novas regras de restrição deve ser publicado ainda hoje (26) começa a valer na próxima segunda (29) e vale até 11 de abril

Da redação

Na manhã desta sexta-feira (26), a prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt participou de uma entrevista na Rádio Mundi FM e anunciou mudanças nas restrições para conter a propagação da Covid-19.

De acordo com Elizabeth, o objetivo do poder público é equalizar os cuidados com a saúde e a economia. “Nós flexibilizamos as restrições para que a economia volte a girar, pois essa é uma ameaça tão terrível quanto o vírus”, reflete.

A principal novidade é a flexibilização no funcionamento do comércio que passará a trabalhar com horário escalonado. Lojas de vestuário poderão abrir as portas 9h às 17h e de eletrodomésticos e utilidades domésticas das 10h às 18h, de segunda a sábado.

Os shoppings centers estão autorizados a funcionar das 11h às 20h, de segunda a sábado, com ocupação máxima de 50%.

Restaurantes e bares podem atender aos clientes apenas com take away e delivery. Os salões de beleza e barbearias poderão trabalhar mediante agendamento para evitar aglomerações nas salas de espera.

As academias e box de crossfit poderão retomar as atividades, mas terão um decreto específico. As lojas de materiais de construção e as operações de construção civil também retornam à ativa.

As igrejas estão autorizadas a abrir as portas para cultos presenciais, mas devem manter o limite de 15% de ocupação.

O transporte coletivo segue suspenso no município. “A gente recebeu que estava preparando greve, então segue sem”,

Festas, casas noturnas e reuniões com mais de 10 pessoas seguem proibidas. Parques, praças e pontos turísticos permanecem fechados.

O novo decreto com as novas regras de restrição deve ser publicado ainda hoje (26) começa a valer na próxima segunda (29) e vale até 11 de abril. Caso os números de atendimento e internamento não recuem, a prefeita alerta que a cidade pode voltar às restrições rígidas.  “A partir do momento que os números ficarem muito ruins, nós teremos que voltar atrás. A intenção é dividir responsabilidades e precisamos da compreensão de todo mundo”, frisa.

A prefeita reforçou que medidas mais drásticas eram necessárias e, em tom de otimismo, afirmou que os efeitos devem ser sentidos nos próximos 15 dias. “Nós acreditamos que o resultado vem e será positivo”, diz.

Imagem: Reprodução/Facebook

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