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Saúde Inverno

Especialista alerta para o aumento de infecções por vírus e bactérias no inverno

Além da COVID-19 e a gripe, a estação traz mais riscos para doenças como meningite e pneumonia

23/06/2022 às 17h04
Por: Redação Fonte: Divulgação/Assessorias
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Reprodução/Pexels
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Basta o tempo esfriar e os resultados positivos de infecções por vírus e bactérias aumentam consideravelmente no LANAC– Laboratório de Análises Clínicas: a alta é de, em média, 20%, entre os meses de maio e setembro, época mais fria do ano.

O diretor técnico do LANAC, especialista em bacteriologia, Marcos Kozlowski, explica que atitudes simples impedem essas infecções. “É importante lavar as mãos com frequência, evitar colocá-las em contato com boca, nariz, olhos e ouvidos quando estão sujas e manter o corpo descansado e bem alimentado – isso ajuda o sistema imunológico a se manter forte, além disso, é importante manter o ambiente sempre ventilado, apesar do frio”, esclarece, lembrando que é preciso sempre higienizar bem os alimentos, especialmente saladas cruas, não reaquecer mais de uma vez a comida já pronta, consumir sempre água filtrada ou fervida e lavar bem as mãos antes e depois de usar o banheiro.

A pandemia trouxe à tona alguns cuidados para se manter longe do coronavírus, mas que são úteis também quando falamos de outros vírus e bactérias. “O uso do álcool em gel é importante quando não é possível lavar as mãos com água e sabão. E em caso de sintomas de qualquer doença respiratória, o uso da máscara é importante para evitar a transmissão da doença”, aconselha. Kozlowski lembra também que o simples ato de lavar bem as mãos é a principal arma contra as infecções hospitalares. “Nesta época do ano temos um aumento expressivo de infecções graves como meningite e pneumonia”, completa.

Segundo o especialista, é importante ter consciência que o uso indiscriminado de antibióticos faz com que bactérias comuns se tornem cada vez mais resistentes, sofrendo mutações e criando forte resistência aos medicamentos, tornando-se superbactérias.  O controle de venda de antibióticos começou no Brasil em abril de 2013, que só pode ser vendido mediante a apresentação e retenção da receita, que vale somente por 10 dias.

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